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sexta-feira, setembro 09, 2011

music for a small planet: Electrovot - Turning Point





Electrovot has built its reputation over live gigs and compilation appearances and kept faithful to it in their just released debut album Turning Point. The Tijuana (Mexico)/San Diego(US) based band delivers catchy melodies, throbbing basslines and dancefloor driven beats. The synth programming is impressive, but we couldn't expect less from an album produced by Krischan Wesenberg (ROTERSAND) and Tom Lesczenski ([:SiTD:]). The clean vocals of Roberto Sandoval and the exciting electronics in Turning Point will please the ears of those into the melodic EBM style of bands like Solitary Experiments, Rotersand and early Apoptygma Berzerk. It's more than futurepop. It's music for a small planet.

Electrovot construiu sua reputação com apresentações ao vivo e participações em coletâneas e manteve-se fiel a esta reputação em seu álbum de estréia Turning Point. A banda opera baseada em Tijuana (Mexico) e San Diego(US) de onde nos despacha melodias pegajosas, linhas de baixo pulsantes e batidas prontas para as pistas. A programação de sintetizadores chama atenção, mas não esperaríamos menos de um álbum com produção de Krischan Wesenberg (ROTERSAND) e Tom Lesczenski ([:SiTD:]). Os vocais limpos de Roberto Sandoval e os teclados em Turning Point são um prato cheio para os fãs de uma EBM mais melódica no estilo de bandas como Solitary Experiments, Rotersand e dos primeiros trabalhos do Apoptygma Berzerk. É mais do que futurepop. É música para um planeta pequeno.

Turning Point (Remote Music | 2011)
01. The One 
02. Fate 
03. Dagger Doll 
04. Control 
05. Wasted Life 
06. Turning Point 
07. Night Soldier 
08. Not Enough 
09. Faded Memory 
10. End Of The Line 
11. Winter Day (Red Flag Mix) 
12. The One (Acoustic Mix) 
13. Wasted Life (Lights Of Euphoria Mix)



segunda-feira, novembro 30, 2009

Scandinavian Massacre : Leather Strip



Looking at the picture of the Danish teenager Claus Larsen back in 1982, one could hardly tell he would be the sole responsible for a massive massacre in the 1990's. But we're not talking about shootings in schools or restaurants. Larsen's electronic warfare came under the name Leather Strip and dropped hard and danceable music over European alternative dancefloors. Filled with references from the conflicts in the past decade his lyrics are a document of the last years of the cold war. Rich soundscapes and multi layered composition soon became his trademark and Talla 2XLC, the man behind the German label Zoth Ommog - the most influential label in the electronic scene in the 90's - became his strong supporter.

The release of Japanese Bodies 12" (1989) followed by the full lenght The Pleasure of Penetration (1990) is the ground zero for the blasting dark electro explosion which lasts until today. The success of Leather Strip opened the doors to :Wumpscut:, Suicide Commando, Hocico and their countless clones.

The end of Zoth Ommog and the death of Larsen's father drove Leather Strip into a five year hiatus lasting from 2000 to 2005. Facing a severe depression, Larsen points his love for animals and for his husband (yes, he's homossexual and married for more than a decade now) as the only reasons for him to live and to endure this dark period. In 2005, the label Alfa-Matrix - which according to Claus were the only ones who kept sending emails during his reclusion - convinced him to get the machinery running once more. Soon a new record was released and Leather Strip was back on stage.

Nowadays Leather Strip is just as active as in their early years and Larsen says he's just as motivated as when he was 16. See it for yourself in the live video of Strap Me Down, performed at Amphi Festival 2009.
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A foto do adolescente dinamarquês Claus Larsen em 1982 da pouca evidência de que este jovem seria responsável por uma verdadeira onda de violência na década de 1990. Mas nada de tiros em escolas ou restaurantes! O massacre promovido por Larsen veio na forma de música eletrônica pesada, dançante e com letras repletas de referências a conflitos e guerras da década anterior. Some a isso uma pitada de antiamericanismo, um impressionante riqueza de timbres e camadas em cada produção e o apoio de Talla 2XLC, o nome por trás da Zoth Ommog - a gravadora mais importante na música eletrônica dos anos 90. Sob a alcunha de Leather Strip, Claus Larsen lançou em 1989 o 12" Japanese Bodies, preparando o terreno para a vasta dicografia que iniciaria com o álbum The Pleasure of Penetration em 1990.

A música do Leather Strip e dos projetos paralelos de Claus Larsen abriu caminho pra toda uma vertente e foi embrionária dos beats acelerados e vocais saturados do Dark Electro. Sem o sucesso do Leather Strip, dificilmente teríamos :Wumpscut:, Suicide Commando, Hocico ou seus infinitos clones atuais.

Após o fechamento da Zoth Ommog e a morte de seu pai, por câncer, o Leather Strip viu um hiato que durou de 2000 a 2005, período em que Larsen mergulhou na depressão e aponta seu amor pelos animais e pelo seu marido Kurt (sim, Claus Larsen é homossexual assumido e casado há mais de uma década) como o que o manteve vivo nesse período. Foi a gravadora Alfa-Matrix quem em 2005 trouxe Claus de volta aos estúdios e aos palcos com o lançamento do álbum Suicide Bombers.

Hoje o Leather Strip está tão ativo quanto em sua origem e Larsen garante que está com a mesma vitalidade que em seus 16 anos. Pra conferir, veja o vídeo de Strap me Down ao vivo no Amphi Festival 2009.






terça-feira, outubro 27, 2009

Rotersand - Random is Resistance


Rotersand - Random is Resistance
(Trisol/Metropolis)

Apenas nos tornando aleatórios e imprevisíveis podemos fugir ao controle e vigilância do sistema. É a mensagem e o conceito por trás de Random is Resistance, o novo álbum do Rotersand. E é assim aleatório, imprevisível e inclassificável, que o disco apresenta suas doze faixas.
A balada acústica Yes We Care abre o tracklist e anuncia em sua letra: hello my friend we know you /
hello my friend we know everything about you (Olá, meu amigo. Nós conhecemos você / Olá, meu amigo. Sabemos tudo sobre você). A partir daí inicia a batalha. Entram os sintetizadores e batidas. Bastards Screaming abre caminho para o provável club hit Waiting to Be Born. A faixa é puro futurepop e lembra Assemblage 23 em seus melhores momentos. O clima se mantém enquanto Speak to Me flutua deliciosamente entre EBM e futurepop. Em seguida We Will Kill Them All reduz os bpm e traz nuances de VNV Nation na letra épica que joga o ouvinte às margens de uma campo de batalha. First Time oscila entre a calmaria e a batida pulsante (aleatória como manda o título do álbum) e é seguida pelo synthpop Beneath the Stars. If You Don't Stop it é o momento Combichrist do disco. War on Error é onde o álbum e a batalha atingem seu clímax. Entre batidas marciais e palavras de ordem a letra conclama: "Random is Resistance". A Number and a Name lembra And One em seus timbres e atmosfera. Gothic Paradise segue enderaçada às pistas é ofuscada pelas faixas que a precedem. Para o grand finale a deliciosamente pop A Million Worlds to Lose vem para garantir que apesar de aleatório, random is resistance é um álbum sem altos e baixos, para ser ouvido com atenção do início ao fim.

Tracklist

01. Yes We Care
02. Bastards Screaming
03. Waiting to Be Born
04. Speak to Me
05. We Will Kill Them All
06. First Time
07. Beneath the Stars
08. If You Don't Stop It...
09. War on Error
10. A Number and a Name
11. Gothic Paradise
12. A Million Worlds to Lose

sábado, agosto 25, 2007

VNV Nation - Judgement




Matter and Form
foi um álbum apenas razoável e não acrescentou muito à discografia do VNV Nation. Nenhum hit pegajoso, nenhuma grande revolução no som da banda... por um instante desconfiei que a banda já tivesse deixado seu trono livre para algum novo talento. A surpresa veio com o último álbum do duo. Judgement também não se propõe a reinventar o VNV Nation mas - por isso mesmo - consegue ser um dos pontos altos da carreira da banda. É o VNV Nation fazendo o que melhor sabe fazer. Melodias talhadas para ressaltar a bela voz de Ronan Harris (The Farthest Star, Carry You, Illusion), trilhas pulsantes endereçadas às pistas de dança (Nemesis, Testament), flertes com o trance (Momentum) e momentos atmosféricos e sombrios (Prelude, Descent, Secluded Spaces, As it fades).
O álbum não tem altos e baixos. Cada uma das 10 faixas de Judgement atinge muito bem os seus alvos colocando o álbum entre as obras primas da música eletrônica contemporânea e mostrando que Ronan Harris e Mark Jackson ainda têm um longo reinado a frente do trono do Futurepop.

VNV Nation - Judgement
Anachron Sounds (2007)

01. Prelude
02. The Farthest Star
03. Testament
04. Descent
05. Momentum
06. Nemesis
07. Secluded Spaces
08. Illusion
09. Carry You
10. As It Fades

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Carry You
(VNV Nation)

Conceal your deepest worries
Confine your thoughts
Inside the walls you built
Of damaged pride

The light in your eyes failing
Like you're adrift
Like night pretending to be day
These storms subside
Though the past the unwanted memories
Are holding onto you
All the power in the universe
Conspires to carry you

Truth you find through your adversities
Will defend you
As your powers and all your energies
Conspire to carry you

The adversary of your soul
The blackest thoughts
That try to poison you
These storms subside
Lay down your greatest burden
Relinquish that which has control of you
And let yourself through

Though the past the unwanted memories
Are holding onto you
All the power in the universe
Conspires to carry you
Truth you find through your adversities
Will defend you
As your powers and all your energies
Conspire to carry you

Though it seems the past
And future look the same
Suffice to say that you're still here

Though the past the unwanted memories
Are holding onto you
All the power in the universe
Conspires to carry you
Truth you find through your adversities
Will defend you
As your powers and all your energies
Conspire to carry you